1. Retornar ao debate. Vimos, portanto, que a possibilidade de escolher o bem ao qual aderir decorre de que não vemos Deus em sua essência, nesta vida. Uma vez que a inteligência é capaz de conhecer as coisas sob diversas... Continue lendo →
1. Voltando ao tema. Houve, na época de Tomás (como hoje em dia) uma certa resistência a Aristóteles, sob a visão de que ele tornava a vontade submetida à inteligibilidade do bem, e assim não existiria a escolha, mas apenas... Continue lendo →
1. Introdução. A questão da inclinação da vontade para o bem é um dos pontos que nós perdemos, hoje em dia. De fato, parece que nós temos resistência a admitir que a vontade seja naturalmente inclinada para o bem, porque... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no último texto, que a palavra "necessidade" tem muitos sentidos; vimos que ela significa "aquilo que não pode ser de outro modo", e se aplica de diversas maneiras, com relação aos quatro princípios que explicam as coisas,... Continue lendo →
Peço licença para fazer umas observações pessoais (13º domingo do Tempo Comum, ano "C"). Achei impressionante o contraste entre a primeira leitura de hoje e o Evangelho! Quando Elias chama Eliseu para segui-lo, trata-se de um chamado a ser um... Continue lendo →
1. Introdução. Falar em vontade é falar em liberdade, mas falar em “querer algo necessariamente” parece ser uma grande contradição. Se a dimensão fundamental da liberdade consiste na capacidade de escolher voluntariamente, como poderíamos admitir que a vontade pudesse inclinar-se... Continue lendo →
1. Retomando o debate. Vimos, então, que a sensualidade, em nós, existe, mas não tem o controle, ou não deveria ter. Ela se submete à razão, pela prudência, e pela vontade, que dá sua anuência. É certo que o pecado... Continue lendo →
1. Retomando. Há uma clássica divisão entre as virtudes morais e as virtudes intelectuais, que se fundamenta num trecho do Livro I da Ética a Nicômaco, em que Aristóteles afirma que há, na alma, além da parte propriamente intelectual, uma... Continue lendo →
1. Introdução. Existe, em nossos tempos, um certo “freudianismo popular” (uma extrapolação do pensamento de Sigmund Freud, famoso criador da psicoterapia), também ligado a interpretações de David Hume e outros iluministas, de que defendiam que as emoções e as paixões... Continue lendo →