No texto passado, vimos a hipótese controvertida (provocativa, para estabelecer o debate) de que os anjos foram criados já no estado de beatitude final, ou seja, com plena visão de Deus, por natureza. Vimos os três argumentos controvertidos, no sentido... Continue lendo →
Já, vimos, a esta altura, tudo o que diz respeito à natureza dos anjos; sua estrutura espiritual, sua incorporeidade, sua criaturalidade, sua inteligência e vontade, seu lugar na criação. Agora passamos a um estudo mais elevado: aquele que diz respeito... Continue lendo →
Os anjos são criaturas celestes. Mas do que falamos, quando dizemos que eles o são? Há sempre uma multivocidade sobre o termo “céu”; podemos falar de céu: 1) como aquele espaço aéreo, ou mesmo interplanetário, acima de nossas cabeças. Podemos,... Continue lendo →
Na primeira parte do texto sobre este artigo, nós concluímos observando que Tomás registra as duas posições que há sobre este assunto; ele registra que, entre os Padres gregos, há uma respeitável opinião de que os anjos não foram criados... Continue lendo →
Estabelecido, nos dois artigos anteriores, que os anjos são criaturas e que eles passaram a existir num determinado momento, o presente artigo quer debater, agora, que momento é este. Parece claro que os anjos foram criados com alguma prioridade com... Continue lendo →
Vimos, no artigo anterior, que os anjos são criaturas, isto é, entraram na existência por um ato criador de Deus. A discussão agora é a respeito de quando isto aconteceu. De fato, sabemos (e a física de hoje confirma) que... Continue lendo →
Os anjos não são. Só Deus é. Os anjos existem, isto é, são criados, chamados a participar do ser. Para tornar mais clara a noção de "participação no ser", tão essencial para Tomás, ele usa o exemplo do fogo: imaginemos... Continue lendo →
Os seres vivos materiais podem reproduzir-se. Mas anjos não o podem. Como surgem, então, os anjos? Trata-se de um debate importante. De fato, vamos partir da chamada teoria clássica das "quatro causas" para estudar os anjos. Como sabemos, as quatro... Continue lendo →
No texto anterior, Tomás ofereceu sua resposta sintetizadora sobre o tema em debate, ou seja, sobre o amor natural dos anjos por Deus. Ele usou a analogia com aqueles entes inanimados que deixam de existir pelo bem do todo, ou... Continue lendo →