Encerramos o texto anterior questionando a razão pela qual é natural apenas aos seres humanos, dentre as substâncias espirituais, o fato de estarem unidos naturalmente a corpos. Se o conhecimento intelectual é uma operação imaterial, e se tanto os seres... Continue lendo →
Na questão 50, artigo 1, debatemos se os anjos são incorpóreos, e ali já chegamos à conclusão de que eles são incorpóreos – e, como lembramos, no artigo segundo daquela mesma questão ficou estabelecido igualmente que eles são imateriais. Mas... Continue lendo →
Há muitos sentidos em que se pode dizer que uma substância se corrompe. Ela o faz quando perde a sua forma substancial. Assim, por exemplo, um copo de vidro se quebra, e então já não é mais um copo, mas... Continue lendo →
Como se distinguem os indivíduos? De duas maneiras, diz Tomás. A primeira é por serem entes com corpos diferentes. De fato, a porção de matéria que constitui um ente o identifica e individualiza, distinguindo-o de todos os outros entes. Mas... Continue lendo →
No artigo anterior, chegamos às razões pelas quais é muito razoável, teologicamente, que os anjos sejam muitos. Mas terminamos com uma intuição que agora iremos aprofundar: como um anjo difere do outro? De fato, temos, na biologia, uma noção muito... Continue lendo →
Depois de estabelecer, com critérios estritamente teológicos, as razões pelas quais é conveniente e adequado que haja multidões incontáveis de anjos na criação, em razão da manifestação da bondade infinita de Deus naqueles seres que lhe são mais especialmente semelhantes... Continue lendo →