Eis um assunto que se tornou distante e obscuro para nós, da contemporaneidade: a graça. Como vimos no artigo 3 desta questão, a graça é a condição para a missão invisível das Pessoas Divinas em nós. Ou seja, cada vez... Continue lendo →
Vimos, no artigo anterior, que a noção de missão não é adequada ao Pai. A missão pressupõe ser uma pessoa que procede de outra, porque pressupõe, para o envio, uma origem. Mas o Pai não tem origem; vale dizer, ele... Continue lendo →
No último artigo, estudamos a missão do ponto de vista do seu receptor, ou seja, daquele que é o destinatário das missões: nós. Agora, estudaremos o outro lado da linha, ou seja, quem, dentre as Pessoas divinas, pode ser enviado.... Continue lendo →
Vimos, então, na primeira parte deste artigo, a discussão sobre a relação entre a missão (e a doação), por um lado, como realidades que envolvem as Pessoas trinitárias, e, por outro lado, a graça santificante, que é uma realidade criada.... Continue lendo →
Este artigo é desconcertante. Faz-nos deparar com várias noções que nos parecem remotas, difíceis, técnicas demais. Mas não podemos desanimar, nem fechar a Suma aos especialistas: lembremo-nos que São Tomás mesmo a qualifica como “texto para iniciantes”. Trata-se de pensar... Continue lendo →
A questão tratada aqui é de novo central e muito importante, e ao mesmo tempo pode parecer difícil e muito técnica, mas não é; trata-se apenas de compreendê-la adequadamente. A pergunta a responder diz respeito a adequar estas noções rígidas... Continue lendo →
A discussão aqui tem a ver com missão, no sentido mais próprio da palavra: missão vem de “mittere”, que nós costumamos traduzir por “enviar”; assim, diríamos que um missionário é um enviado, antes de tudo. De certa forma, ainda temos... Continue lendo →
O problema, como expressamente trazido por São Tomás aqui, é articulado como uma discussão relativa ao poder do Pai e do Filho; isto se dá porque a discussão se pauta sobre trechos das Escrituras em que Jesus parece referir-se ao... Continue lendo →