São Tomás passa agora a responder às objeções iniciais. A primeira objeção, como lembramos, sugere que sempre haveria relação real entre o conhecedor e o conhecido, bem como entre o que quer e aquilo que é querido. Estas relações, entre... Continue lendo →
Vimos nos artigos anteriores que há em Deus relações reais, e realmente distintas entre si. Agora debateremos quantas e quais são essas relações. É bom lembrar que, quando falamos em relações aqui, não estamos nos reportando ao próprio vínculo, como... Continue lendo →
No texto anterior, ficaram estabelecidos os termos do debate sobre a hipótese controvertida deste artigo, que é a de que as relações que existem em deus não se distinguem realmente umas das outras. Examinaremos agora a resposta sintetizadora de São... Continue lendo →
Já sabemos, portanto, que as relações em Deus são reais e são substanciais, quer dizer, não são acidentes, mas pertencem à sua essência mesma. Não podemos confundir esta discussão com aquela travada no artigo 1 desta mesma questão. Ali, o... Continue lendo →
Depois de apresentar a sua hipótese controvertida de que as relações, em Deus, não fariam parte de sua essência, mas seriam “acrescidas” ou “externas” a ela, e portanto não teriam verdadeira natureza divina, São Tomás nos apresentou os argumentos objetores,... Continue lendo →
Vimos, no artigo anterior, que as relações em Deus são reais; não são meros construtos mentais analíticos, entes de razão que nos permitiriam conhecer uma realidade que, em si mesma, não teria estas relações com concretude existenciais. As coisas não... Continue lendo →
Após ter colocado as objeções iniciais e ter dado a sua própria resposta sintetizadora, São Tomás passa a responder aos argumentos injetores iniciais, com respostas essenciais para que possamos compreender mais claramente sua própria visão das relações reais em Deus.... Continue lendo →
Colocada a hipótese controvertida e apresentados os argumentos objetores e o argumento sed contra, São Tomás passa a oferecer sua própria resposta sintetizadora, e a inicia com firmeza: há relações reais em Deus. E passa a nos oferecer uma magnífica... Continue lendo →
Como vimos na introdução, talvez seja difícil para nós, hoje, com a nossa mentalidade individualista, nominalista, atomista, imaginar relações reais; imaginá-las como existentes nas próprias coisas, independentemente de uma mente humana que as conheça. Tendemos a imaginar que vivemos num... Continue lendo →