Não dá para encontrar madeira com um detector de metais. Não dá para encontrar-se com Deus, quer dizer, conhecê-lo em essência (para usar a terminologia de São Tomás) a partir de uma vida humana natural, com uma inteligência humana adequada... Continue lendo →
Aqui, neste artigo, aplicam-se as consequências do que foi estudado no artigo passado. Diferentemente do nosso conhecimento natural, que é sempre sucessivo, e, portanto, temporal, o conhecimento que têm os bem-aventurados não tem este limite: não se submete à sucessão.... Continue lendo →
Falávamos no texto anterior sobre a visão que os bem-aventurados têm de todas as coisas, a partir da visão que têm da essência de Deus. Vimos como a hipótese levantada por São Tomás, para controverter e iniciar o debate, é... Continue lendo →
Mais uma vez, a velha teoria do conhecimento de Tomás de Aquino não vai facilitar a nossa compreensão sobre este artigo. É bom, então, que falemos um pouco sobre ela. As formas, na teoria aristotélica, especificam a matéria, dando a... Continue lendo →
Como vimos no texto anterior, a hipótese controvertida deste artigo afirma que aqueles que veem a essência de Deus veem nele todas as coisas. Será que os bem-aventurados têm onisciência? Passam a saber de tudo, conhecem o futuro, o passado,... Continue lendo →
Deus é onisciente, e sua vida se caracteriza pelo gozo perfeito da simultaneidade total. Não há sucessão de acontecimentos, em Deus. Como nós havíamos visto quando estudamos a eternidade de Deus, na questão 10 desta primeira parte da Suma, a... Continue lendo →