Como vimos nos últimos textos, a atribuição de substantivos a Deus, ou seja, de nomes que designam substância (como São Tomás denomina esta categoria gramatical) pode dar-se por três vias: 1) Ou se trata de um nome que se refere... Continue lendo →
Discutimos, nos textos anteriores, a hipótese objetora inicial, os argumentos que a suportavam, o argumento sed contra e a resposta sintetizadora de São Tomás. São Tomás passará, agora, a responder aos argumentos objetores iniciais. O primeiro argumento é o que... Continue lendo →
Defender a possibilidade de ter uma noção de que há algum fundamento absoluto para a realidade, a quem todos os povos, em todos os tempos, chamaram “Deus”, mesmo sem conhecê-lo adequadamente, é defender que há um assunto em comum que... Continue lendo →
“Aquilo que não se pode falar, deve-se calar”. É assim que termina o famoso “Tractatus Logico-Philosophicus” de Wittgenstein; é um veto à linguagem religiosa, ou mais especificamente, a qualquer pretensão científica de discursos teológicos. E um veto forte: segundo ele,... Continue lendo →
Depois de discutir, numa longa questão com 13 artigos, o problema do conhecimento de Deus, São Tomás nos introduz agora num problema linguístico: como podemos falar das coisas que conhecemos sobre Deus? Esta relação entre o que falamos e o... Continue lendo →
Após aquelas breves palavras introdutórias sobre a matéria e sua relevância, passamos agora ao exame do texto deste artigo 13. Bom, já estudamos no artigo anterior qual o limite do conhecimento natural humano, quanto a Deus. A pergunta, aqui, agora,... Continue lendo →
Que o ser humano é capaz de chegar, pela razão natural, à noção de que há um Deus, isto ficou bem estabelecido no artigo anterior a este, que estudamos em dois textos. Este é um fato que parece comprovado pela... Continue lendo →
No texto anterior, vimos a hipótese adversa, que afirma que não é possível nenhum conhecimento de Deus pela razão natural. E vimos os argumentos, basicamente filosóficos, em favor da hipótese. Agora São Tomás passa a responder, sintetizando. E inicia concedendo... Continue lendo →
São Paulo, na sua Carta aos Romanos, proclama, (1, 19) que o fundamento da responsabilidade ética de todos nós, crentes e descrentes igualmente, com Deus e com os outros, é que “aquilo que é possível conhecer de Deus foi manifestado... Continue lendo →