No texto anterior, vimos como a unidade como indivisão é fundamental, tanto para compreender a pluralidade, quanto para entender os números. Neste sentido, como transcendental do ser, a matemática passa a ter um lastro ontológico em Deus, indiviso na sua... Continue lendo →
Estamos na velha questão do uno e dos muitos, que vem desafiando a filosofia – e a teologia – desde Parmênides e Platão. Como é possível que haja uma pluralidade de seres? De onde vem tal pluralidade? O que é... Continue lendo →
No texto anterior, vimos a hipótese debatida, de que a unidade “acrescenta alguma coisa ao ser”, ou seja, que ela se constitui numa noção que tem uma distinção, na ordem das coisas, relativamente à noção de ser, e portanto, não... Continue lendo →
A discussão aqui é bastante interessante: trata-se da distinção entre conceitos e realidades. Quando São Tomás debate se alguma coisa acrescenta algo a outra coisa, ele está usando a palavra “coisa”, aqui, nos eu sentido concreto, realista. Ou seja: quando... Continue lendo →
Esta questão trata da unidade de Deus. Deveria, pois, ser vista como uma questão central num setor da Suma Teológica que é chamado de “Tratado de Deus uno”. É como uma grande pilastra que sustenta todo o setor. Mas é... Continue lendo →
Eis uma questão na qual pensamos pouco: o que unifica o tempo? Não seria imaginável que cada um de nós vivesse num tempo diferente, uns ofegantes por minutos que passam como se fossem segundos, em ritmo acelerado, outros com horas... Continue lendo →
No texto anterior, começamos o debate sobre a objetividade, ou seja, sobre a unidade do evo. Iniciamos pela hipótese adversa, de que não haveria apenas um evo, e São Tomás coleciona quatro argumentos objetores que sustentariam a hipótese inicial. O... Continue lendo →
Este artigo 6 da questão 10 é um daqueles cuja dificuldade parece quase insuperável para quem lê Tomás de Aquino hoje, fora do contexto em que ele escreveu. Este conceito de eviternidade, por exemplo, parece tão distante da nossa realidade... Continue lendo →
No texto anterior, conversamos um pouco sobre esta condição interessante de criaturas que não envelhecem, ou seja, que não estão sujeitas em si mesmas ao tempo, mas que podem se relacionar com as coisas temporais; e sobre o limite criatural... Continue lendo →